terça-feira, 22 de outubro de 2013

Displasia Congênita de Quadril

A DDQ corresponde a uma condição onde há instabilidade coxo femoral neonatal que pode persistir como displasia ( aumento do índice acetabular) ou evoluir para SUBLUXAÇÃO
(perda parcial entre o fêmur e o acetábulo) ou  LUXAÇÃO (perda total do contato articular
entre o fêmur proximal e a cavidade  acetabular).
No desenvolvimento do quadril considera-se que a profundidade e a forma do acetábulo são
determinados pela presença de uma cabeça  femoral centralizada.
Fundamento biomecânico: presença da cabeça femoral esférica é o principal estímulo para a formação da profundidade côncava do acetábulo.
Há manobras para identificar, como Barlow para observar um quadril LUXÁVEL e Ortolani para um quadril LUXADO.
MANOBRA DE ORTOLANI (flexão, abdução e rotação lateral do quadril): O teste de Ortolani é positivo quando
ao se fazer a manobra, a cabeça femoral  que está deslocada é colocada  novamente dentro do acetábulo.
MANOBRA DE BARLOW(flexão, adução e rotação medial do quadril) :O teste de Barlow é positivo  quando a cabeça femoral  que não está luxada, nem  subluxada, é deslocada para  fora do acetábulo.
Há outros testes que podem ser feitos, como o de Galleazi, Tredenlenburg e Telescopagem.

TRATTAMENTO

o a 6 meses: método funcional, fralda tripla, órtese de frejka, órtese de von ronjen, órtese de pavlik
6 meses a 2 anos: tração cutânea, tenotomia dos adutores, gesso pelvipodálico
após 2 anos: tração cutânea, osteotomia de Salte( cirurgia corretiva).


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